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| Técnico em Manutenção de Redes e Microcomputadores, Écio é Webdesign com conhecimentos em Photoshop, Flash, Dreamweaver, CorelDraw, HTML, CSS iniciou recentemente seus estudos em PHP. Registrado como Técnico em Informática Pleno, atua na Escola Adventista de Paripe como Consultor para Informática Educacional. Possui Nível Superior Incompleto em Teologia pela Faculdade Adventista de Bahia, curso que pretende concluir em outra oportunidade. Webmaster deste Blog e do Site Curso de Eventos |
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Écio Ferreira
Isso estava acontecendo comigo hoje, desde que instalei o software não tinha feito nenhum trabalho com ele, pois uso a versão CS4. Já bastava a minha dor de cabeça com as extensões interAKT que pedem ativação toda vez que o Dream8 é iniciado e o tempo de teste tá diminuindo! 
Utilizo o Seven, muito bom por sinal. A questão é que o Dreamweaver 8 fecha sozinho toda vez que fazia alguns dos procedimentos abaixo:
Para desistalar o Groove faça o seguinte:
Caso você use o Groove, ou não queria desistalá-lo, pode tentar as outras soluções apresentadas pela Adobe, que incluem desabilitar os temas e o Aero do Vista, rodar em modo de compatibilidade com o Windows XP Service Pack 2 ou dasabilitar o controle de usuário (UAC).

Alguns sociológos chegaram a afirmar que a década de 60 revolucionou todas as coisas em nosso mundo. Durante esse período vieram à cena alguns fenômenos que se encarregaram de transformar tudo: a música moderna com seus sons alucinantes; o aparecimento da mini-saia, que praticamente desnudou a mulher; a pílula anti-concepcional, com suas implicações morais; os hippes com a sua "nova cultura", e o consequente recrudescimento do uso de drogas e entorpecentes.
De fato, a geração do pós-guerra, especialmente na parte ocidental do mundo, tendo perdido de vista toda uma escala de valores, pôs-se a procurar novos, que substituíssem aqueles que consideravam arcaicos, ou abrigados na mente de alguém já passado dos trinta anos de idade. Estes novos valores, a par de uma necessidade mística interior, que lhes justificasse as atitudes, fizeram de milhões de jovens, pretensos arautos de uma nova era que raiava para o mundo. Música, sexo e drogas passaram a ser os elementos básicos de sua conduta, sobre os quais procuraram edificar sua nova concepção existencial.
Uma divulgação de como o ocorreu a "Revolução Social" de 60, é um bom começo. Em palestras e seminários, seria bom divulgar-mos os motivos que levaram tantos a buscar maneiras alternativas de viver. O que presenciamos hoje não é diferente, mesmo depois de 48 anos do movimento dos "hippes" ainda vemos pessoas buscando um sentido para viver. São "fórros", boates, "pagodãos", noites perdidas, sexo, muitas bebida e na manhã seguinte: ressaca. As crianças crescem acompanhando esse tipo de comportamento e o imitam logo que chegam na pré-adolescência. Jovens grávidas, jovens sem interesse pelos estudos, jovens viciados, irritantes, descomprometidos, abusados, verdadeiros delinquentes. Como esperar que a polícia tenha piedade de quem rouba por que acha que é a maneira mais rápida para se ter dinheiro? Quem comete um crime hoje por que está passando fome? Isso não justifica nenhuma atitude que vá contra a paz e a cidadania, mas é fato, a duas maneiras diferentes de se trabalhar, a braçal e a intelectual. Se você não quer pegar peso, então tem que "cair" em cima dos livros, mas a aqueles já acostumados com seus padrões de vida não querem nem a opção A ou B.
Podem ter começado a ingerir bedidas alcoolicas em casa incentivados pelos próprios pais, na "escola" escondido dos seus professores e na companhia de seus supostos amigos, em festas do bairro, alguns até pensam que beber representa uma mudança de estágio entre o ser criança e ser "miseravão". São padrões que se instalaram e que diferente da década de 60 não tem nada a ver com uma busca por novos valores, mas sim com a vulgarização de valores regem nossa constituição e nosso bem social.
Delegacias, juizados de menores, hospitais, instituições públicas e privadas de ensino, repleta de jovens que vivem por viver, sem esperança e sem motivos para viverem como rebeldes, jovens que vivem espelhando-se em festivais, em seus artistas, em suas griffes, e esquecendo-se de si mesmos como protagonistas de sua própria vida. Ressalto ainda que, foram os artistas jovens que deram às drogas, maior publicidade.
Conhecer os padrões de consumo nos permitirá encontrar a "raiz" da má árvore que precisa ser cortada, nos permite encontrar a cabeça da cobra que tem que ser esmagada. Os padrões de consumo não representam o inicio do problema, mas todo padrão tem um inicio e um fim, o padrão já instalado teve um começo que precisa ser mais divulgado. Convenhamos, muitos nem sabem porque é que consomem álcool, os corajosos assumem que fumam porque achavam bonito ver seus pais fumando, e os já adoentados se arrependem de ter ido na "onda" dos amigos.

O Problema da drogas e tóxicos não é uma criação do século XX, apesar de que em sua última parte tenha alcançado um maior desenvolvimento. Poder-se-ia mesmo afirmar que as drogas acompanham o homem desde tempos bem remotos. Inúmeras referências ao uso de plantas, cujos efeitos alucinógenos foram resgistrados pela literatura contemporânea, são encontradas nos relatos históricos da trajetória do homem sobre a Terra.
A origem do culto ao peiote (espécie de cacto mexicano, do qual se extrai a mescalina) está perdida no tempo. Jamais alguém poderá dizer, com certeza, quais foram as circustâncias ou razões que levaram a primeira pessoa a entrar em contato com as propriedades secretas desse cacto, nos escaldantes desertos do México. Podemos deduzir que o encontro da droga deu-se ao acaso; isto é, da procura de alimentos por parte de algum desgarrado que, reduzido aos extremos da fome e fadiga, pôs-se a devorar o que quer que fosse, que lhe estivesse ao alcance das mãos. Podemos imaginar esse homem, há muito já esquecido, asteca ou pré-asteca, depois de ter mastigado alguns pedaços do cacto amargo e sauseante, deitando-se à sombra de um arbusto para descansar, e de repente sentir-se rodeado de visões fantásticas, que se apresentavam em formas, cores e até perfumes, com os quais jamais sonhara. Certamente, foi alguém assim que, ao chegar de volta ao seio de sua tribo, narrou a prodigiosa descoberta recém-feita: a existência de uma dinvidade em determinado cacto, cuja polpa tinha o dom de colocar aquele que a comesse, no limiar de um mundo paradisíaco.
Dessa maneira, quando os espanhóis chegaram ao México, constataram que os astecas não somente veneravam alguns deuses, como Quetzaltcoatl e Huitzilpochtli, mas também uma planta chamada peiote, também conhecida como a carne dos deuses.
Muito embora os sacerdotes de uma nova religião tivessem aparecido para pregar um Deus diferente, os astecas relutaram em abandonar o uso da maravilhosa essência, que lhes desvendava os segredos da alma. Assim, este povo primitivo realizou uma verdadeira mescla de religião cristã com a religião da mescalina. De Ropp, narra em seu livro As Drogas e a Mente, o ritual que precedia e acompanhava a colheita do cacto sagrado:
"Em San Luis de Potosi, o cacto é colhido em outubro, antes que comece a estação da seca. Mas uma planta assim sagrada não deve ser arrancada da terra sem o devido respeito, e todos quantos se embarafustam deserto a dentro para a colheita do peiote, o fazem com perfeita consciência da natureza sacrossanta de sua missão. Durante diversas semanas antes da expedição, aqueles que devem tomar parte se preparam com rezas e jejuns. Impõe-se até mesmo a abstinência sexual, visto que para o êxito do empreendimento se requer não só força como também pureza. Cantando orações e recitando versículos sacros, os chefes dos bandos rumam para as mesetas rochosas, seguidos pela tropa encarregada do transporte da colheita. Antes de atingirem o sítio sagrado, os membros da expedição se entregam a uma penitência coletiva. Depois, evidenciando a máxima veneração, aproximam-se das plantas e, descobrindo as cabeças, prosternam-se, defumando-se com incenso de copal...
"Quando a expedição regressa, há demostrações de grande júbilo em todas as aldeias por onde ela passa. Fragmentos de peiote são depostos em cima dos altares e oferecidos a todas as pessoas, guardando-se bastante quantidade para os festivais, e vendendo o resto da carga aos que não participaram da expedição". - As Dorgas e a Mente, p. 37.
Mais atrás na História, encontramos sobejas referências às libações no Nilo, bem como muitas narrativas sobre as bacanais de Dionísio, os festins de César e outras orgias, verificando-se também que o consumo de drogas intoxicantes remonta a épocas primitivas.
O ópio, por exemplo, que é o suco coagulado da papoula (Papaver somniferum), estreitamente vinculado ao misticismo, é conhecido desde há muitos séculos pelas populações da asiáticas; os derivados da coca, extraídos da folha de seu arbusto (Erythroxylum coca), eram usados pelos incas como estimulantes; a maconha e suas variedades como o haxixe e a marijuana, da planta cannabis sativa, obtida da resina de sua floração e dos frutos situados na sua parte superior, medra nas mais distintas regiões, tendo sido lembrada por Homero, que falou sobre a embriaguez a que se entregavam os citas, inalando os vapores do cânhamo.
Uma bebida inebriante usada pelos hindus é citada no próprio "Rig-Veda", obra considerada sagrada. Cerca de mil anos antes do nascimento de Cristo, os hindus já consideravam a cannabis como uma planta sagrada, certamente por causa da propriedades misteriosas da mesma. Na Idade Média, por volta do século XI, o cânhamo arraigou-se de tal maneira, que no norte da Pérsia surgiu uma seita, cujos membros, sob os efeitos da planta, se deleitavam em cometer os mais horrendos crimes.
O líder desta seita de fanáticos e viciados na droga, distribuía entre seus adeptos, como recompensa, a droga e mulheres. Cada tarefa bem cumprida era grandemente recompensada. O assassinato de inimigos políticos passou a ser uma rotina, e o bando, temido pela fama que adquiria dia a dia. Para agradecer ao chefe a dádiva que recebiam, chamavam-na "a dádiva de Hassan", ou seja, haxixe. Foi esta palavra que deu origem ao moderno termo "assassino".
Seriam, porém, estas substâncias tóxicas realmente sagradas ou merecedoras de adoração por parte daqueles que se renderam aos seus efeitos sobre a mente? A resposta é um categórico não, pois, hoje contamos com inúmeras provas que contrariam frontalmente esta posição. Na verdade, é de causar espécie constatar que uma civilização altamente desenvolvida para o seu contexto histórico, como a asteca, tenha entronizado a mescalina como um objeto de culto. Somente um embotamento da percepção espiritual, causado pela própria droga pode ofuscar assim a mente do homem, a ponto de fazê-lo adorar o causador de sua própria ruína física e moral.
Há que se ponderar também a ausência absoluta de informações precisas sobre o tema religioso, naquele estágio de desenvolvimento humano - cada povo tinha uma religião diferente, e não raro, muitas delas eram observadas em conjunto. Como o paganismo era pródigo na feitura de deuses, é fácil deduzir o motivo pelo qual os povos antigos não somente adoravam o Sol, a Lua e as estrelas, mas também cultuavam uma farândola de ídolos de toda espécie e format, e ainda algumas substâncias que produziam alucinações e modificações sensoriais, com a criação de cenas imaginárias, que traziam ao indivíduo uma tranformação no aspecto real da existência.
Em outras palavras, hoje, mesmo em tais religiões, apenas o prazer da sensação e da euforia proporcionada pela substância é a maior motivação, porque fundamento mesmo...? Ter fé não tem a nada a ver com alguma substância, e nenhuma religião que se prese fará uso das mesmas. Segundo Hebreus 11:1, fé "é a certeza de que alguma coisa que eu quero está me aguardando ainda que eu não possa ver." O usuário de drogas lícitas ou ilícitas sabe que tal substância o "deixa mal", mas ele sempre toma de novo. A religiões que até permitem que se consuma bebidas alcóolicas, outras não opinam, no fundo, não querem perder seus fiéis, mas terão que prestar contas a Deus. Quanto aos povos da amazônia e suas bebidas, digo que, uma religião que depende de qualquer substância para chegar a Deus, vai completamente contra o princípio bíblico que diz: "Devemos apresentar o nosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradavél a Deus, que é o nosso culto RACIONAL". Romanos 12:1. E no versículo 2 o escritor de Romanos diz ainda, que devemos transformar-nos pela "renovação" de nossa mente e não pelo entorpecimento da mesma, seja como o que quer que for.
O Wall Mart pretende contratar cerca de 2.500 profissionais temporários neste fim de ano, em todo o país devido ao aumento das vendas de final de ano.

Vagas de Nível médio: Repositor, Empacotador e Operador de Caixa ou Supermercado. Além dessas vagas, também serão oferecidas oportunidades para outros cargos, inclusive para o nível fundamental.
Como candidatar-se?
Para mais informaççoes, acesse http://www.walmart.com.br/ ou ligue para 0800 705-5050.
O envolvimento de jovens de classe média do Rio de Janeiro como crime é cada dia mais freqüente ou, pelo menos, mais reprimido. Em 2007, a polícia desarticulou uma quadrilha de 14 jovens que vendia drogas como ecstasy, skank e maconha pela internet, prendeu um jovem de 17 anos, filho de um médico renomado na cidade de Itaperuna e de uma advogada, acusado de matar um taxista com dois tiros em Piratininga e prendeu o assaltante de residências Pedro Machado Lomba Neto, o Pedro Dom, que acabou morto na operação.
Em maio do mesmo ano, Felipe Miranda Rodrigues, de 20 anos, foi preso apontado como assassino do mecânico do grupo de motoqueiros ?Carrasco de Ferro?, Alexandre Quintanilha, de 35 anos. Filho de um comerciante do ramo de informática de Niterói, Felipe foi preso e autuado por latrocínio na 74ª DP (Alcântara). O jovem, que morava com a mãe, fugiu de casa e foi morar com um amigo na favela Nova Brasília, em Niterói, e na delegacia confessou que roubava motos por encomenda e que vendia vendia cada uma delas por R$400.
Envolvida com traficantes, uma jovem moradora da Barra da Tijuca teria participado do assalto ao apartamento da própria família. A filha, na companhia de bandidos, abordou o carro do pai a alguns metros do condomínio onde ela morava. Assim, o grupo conseguiu chegar ao apartamento sem muitas dificuldades.
Envergonhado, o pai não registrou o crime na delegacia, mas relatou o caso no livro do condomínio alertando, inclusive, que ninguém deixasse a filha entrar no prédio. Meses antes do crime, ela havia fugido de casa para morar numa favela ainda não identificada pela polícia.
Um dos casos mais famosos ligando jovens de classe média ao crime foi o de Maurício Chaves da Silveira, o Mauricinho Botafogo. O filho do dono de uma casa de câmbio e morador de Copacabana, ele foi preso há cinco anos acusado de chefiar uma quadrilha que assaltou apartamentos de luxo em vários estados.